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Do jardim para a mesa: salada Primavera, colorida, saborosa e nutritiva

dia-24-9-2016-amor-perfeito-saladaOntem (23/9) começou a Primavera e para celebrar a sua chegada, e a nossa semana especial, o Senhor Sabor traz uma salada super leve, com muito sabor e cheia de nutrientes. A ideia é seguir a recomendação das nutricionistas com um prato bem colorido e fazer um teste com as flores comestíveis. Vamos lá?

Salada Primavera com Maracujá
Ingredientes salada:
1 folha de alface mimosa roxa
1 folha de alface americana
4 folhas de radicchio (espécie de chicória)
1 unidade de manga
6 unidades de morango
6 pétalas de amor-perfeito

Ingredientes molho:
100 ml de óleo de oliva
50 ml de suco de maracujá
30 ml de água
1 colher de sal
1 colher de pimenta

Modo de preparo:
Lave bem todos os ingredientes, rasgue as folhas em pedaços e corte os morangos e a manga. Regue com o molho de maracujá, cujos ingredientes devem ser batidos em um mixer ou no liquidificador. Finalize com as pétalas de amor-perfeito.

E aí? Gostou da nossa semana especial? Se você entrar nessa onda, compartilha com a gente a sua experiência!

Do jardim para a mesa: além de lindas e saborosas, flores são nutritivas

Com todas as informações que o Senhor Sabor trouxe até o momento, você já percebeu que as flores comestíveis são uma ótima opção para quem quer mudar o cardápio. Mas, além de deixar os pratos lindos e saborosos, as flores têm muitos nutrientes benéficos para a saúde. Listamos aqui as cinco flores mais comuns nas refeições, de chás a saladas, e quais as principais prioridades de cada espécie.

Calêndula: super completa, é fonte de vitaminas A e C, carotenoides, fitoesterois e flavonoides. Muitos a consideram anti-inflamatória, antibacteriana, analgésica, expectorante e cicatrizante. Recomendada para tratamentos de acne e dermatite. Alivia espasmos musculares e desintoxica o organismo.

Capuchinha: é rica em vitamina C e tem propriedades antibiótica, digestivas e diuréticas. Possui benefícios antissépticos e fortalece os cabelos.
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Flor de abóbora: importante fonte de cálcio.
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Jasmin: calmante natural, controla o estresse, a ansiedade e a depressão.
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Hibisco: antioxidante natural, com vitamina C e anti-inflamatória. É diurética, por isso muito usada em chás, e reduz a hipertensão. Combate problemas respiratórios e auxilia na queima de gordura, pois facilita a digestão e regulariza o intestino.
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Do jardim para a mesa: colhendo flores para a refeição

dia-21-9-2016-como-escolherSeguindo a nossa série sobre flores comestíveis, hoje o Senhor Sabor te dá algumas dicas de como escolher as flores para preparar um prato delicioso, nutritivo e, claro, lindo! Como já falamos, não devemos sair colhendo flores em qualquer lugar, é preciso estar atento a alguns detalhes. Anote:

– Identifique a fonte: é muito comum o uso de produtos químicos, por isso, o ideal é saber de onde elas vêm e como é o seu cultivo. Flores de floricultura não são indicadas para consumo e no supermercado é preciso ter atenção ao rótulo. Elas devem conter uma inscrição dizendo que são comestíveis. O mais bacana é você escolher uma flor e o que deseja cozinhar, e então cultivá-la em seu próprio jardim. Dicas aqui.

– Prefira flores orgânicas: se você não tem espaço para cultivar, procure hortas ou fazendas que trabalham de forma orgânica, eles poderão te indicar os melhores lugares. Hoje, a grande maioria das flores encontradas são pulverizadas com pesticidas, até porque ainda não há o hábito de consumi-las.

– Hora da colheita: se plantar em casa ou for buscar em uma horta orgânica, fique de olho no horário da colheita, o melhor é logo de manhã cedo após a secagem do orvalho. No meio do dia não é indicado, pois as flores podem estar secas, o que prejudica o sabor.

– Não colha na rua: essas flores ficam muito expostas aos carros que passam na rua e aos animais domésticos, que podem fazer suas necessidades nelas ou próximo a elas.

– Armazenagem: o adequado é colocar as flores em saco plástico e depois dentro de um recipiente fechado, para evitar que murchem. E sempre lave antes de consumir.

Tem mais dicas do uso das flores na gastronomia nesta semana. Fique de olho no blog!

 

 

Do jardim para a mesa: flores comuns em receitas deliciosas

Você já imaginou que a sua flor preferida pode fazer parte de uma refeição deliciosa e nutritiva? Sim, quando falamos em flores comestíveis não nos referimos a tipos incomuns ou difíceis de encontrar. Muito pelo contrário. A ideia de grandes chefs, que vem popularizando o uso delas em receitas, é mostrar que podemos utilizar flores do nosso dia a dia para dar muito sabor aos pratos. Claro que é preciso estar atento aos melhores locais para adquirir essas plantas, não dá para sair colhendo flores na rua, mas isso já é assunto de um próximo post. Hoje, queremos embelezar o seu dia mostrando flores comuns, super conhecidas e que podem ajudar você a deixar as receitas mais gostosas, saudáveis e lindas. Confira a nossa galeria e opções de pratos.

Amor-perfeito: em chás e saladas verdes.
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Begônia: versátil, incrementa desde sopas a peixes.
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Calêndula: no arroz e como corante de molhos.
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Girassol: botões cozidos como aspargos.
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Rosa: em cremes, mousses e sucos.
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Qual dessas flores você gostaria de trocar um buquê por uma refeição? Durante toda essa semana, na expectativa para a chegada da Primavera, vamos conversar mais sobre flores comestíveis. Continue acompanhando no blog!

Do jardim para a mesa: de onde vem as flores comestíveis

dia-19-9-2016-tulipaHá quem pense que as flores comestíveis são a mais recente novidade da gastronomia, já que elas andam se popularizando em restaurantes conceituados e têm aparecido em famosos programas culinários da TV brasileira. Mesmo que não se possa precisar quando os sabores das flores começaram a ser utilizados na cozinha tradicional, é correto afirmar que receitas com flores datam de tempos mais antigos, com algumas histórias nos levando até a Pérsia. As tulipas, por exemplo, eram vistas como uma joia e logo chegaram à Holanda como símbolo de poder e prestígio. Por isso, o bulbo era utilizado na alimentação dos soldados que estavam no front da 2ª Guerra Mundial.

Outras histórias nos fazem voltar ao fim do século 16, onde a capuchinha, com um gosto levemente picante e rica em vitamina C, caía perfeitamente bem em saladas. Seu sucesso foi tanto que a flor, nativa do Peru, logo foi levada à Europa e hoje já é cultivada no mundo todo. Se quisermos viajar um pouco mais no tempo, chegamos à Idade Média, quando a calêndula era cultivada em hortas da Europa e da Ásia para depois ser desidratada e utilizada como corante em caldos, queijos, manteiga e bolos. Já as suas folhas substituíam muito bem o açafrão em arroz, por exemplo.

E aí, o que você acha de usar essas histórias como base para preparar uma refeição hoje? Durante esta semana, que dará início à Primavera, vamos te atualizar com uma série de matérias sobre as flores comestíveis. Fique de olho no próximo post!