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Três dicas simples para preparar peixe na brasa

Parece simples, mas preparar peixe na brasa requer alguns cuidados específicos para o resultado final ter o melhor sabor possível. Confira:

  1. É importante untar bem o peixe. Como na maioria dos casos a carne não tem tanta gordura, o calor da churrasqueira pode ressecar o peixe rapidamente. Pode ser um molho à base de óleo (misture óleo com açafrão, coentro ou manjerona), inclusive um mais leve, como de oliva ou girassol. Mas antes de passar o molho é importante secar o excesso de água e cuidado para não passar muito óleo, ao ponto de pingar no fogo e aumentar as chamas.
  1. Tenha paciência. Vai demorar alguns bons minutos para que o fogo “sele” o peixe, deixando-o pronto para poder ser manuseado. Mesmo se no primeiro posicionamento você achar que está um pouco torto, espere.
  1. Na hora de virar o peixe, vire com firmeza. Como o peixe deve ser feito na grelha, é preciso sempre alternar os lados expostos no fogo. O ideal é ser a grelha fechada, mas se for a grelha aberta, muito cuidado para não quebrar o peixe e deixar o interior exposto. Vale desde o início até começar a ficar dourado, envolver com papel alumínio para virar melhor. Depois é importante finalizar sem essa cobertura.

Receita: peixe com leite de coco

Há quem prefira o consumo de peixes durante o período da quaresma. E é preciso sempre inovar e buscar novas receitas para garantir diversidade e sabor nas refeições. Hoje, o Senhor Sabor separou uma receita de peixe com leite de coco que fica sensacional. Vamos testar?

Peixe com leite de coco

Ingredientes:

1 pimenta-de-cheiro (malagueta)
½ xícara de chá de leite de coco
2 colheres de sopa de suco de limão
1 colher de sopa de coentro picado
½ colher de chá de sal
4 postas de namorado

Modo de preparo:

Amasse a pimenta e ponha num recipiente com os demais ingredientes, exceto o peixe. Cubra com papel filme e leve à geladeira por uma hora. Depois, junte o peixe e o molho na panela de pressão. Cozinhe em fogo alto por quatro minutos ou até ferver e começar a chiar. Abaixe o fogo e cozinhe por mais dois minutos. Por fim, retire do fogo e deixe sair toda a pressão. Está pronto!

 

Dicas para consumir peixe sem erro

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A notícia de peixes congelados com alto teor de mercúrio, cujo lote está sendo retirado do mercado, fez muita gente se perguntar o porquê desta decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). É que este é um metal tóxico e perigoso à saúde humana. Mas os nutricionistas reforçam: continue comendo peixe. Ele é importante para a alimentação e garante nutrientes importantes. Para não ter erro, a própria Anvisa repassa dicas para fazer a escolha correta, sem riscos.

Peixe fresco
A aparência é importante. Evite pescados que tenham manchas, furos ou cortes na superfície. As escamas precisam estar firmes e resistentes, parcialmente transparentes e com brilho. A pele necessita estar úmida, tensa e bem aderida. Já os olhos devem ocupar toda a cavidade, ser brilhantes e salientes, sem a presença de pontos brancos ao centro. As brânquias são de cor rosa ao vermelho intenso, úmidas e brilhantes, com ausência ou discreta presença de muco (líquido pastoso). E a conservação deve ser sob refrigeração ou com uma espessa camada de gelo.

Peixe congelado
Confira sempre se o pescado está armazenado na temperatura de conservação informada pelo fabricante na embalagem. Os produtos não podem estar amolecidos ou com acúmulo de líquidos, sinal de que passaram por um processo de descongelamento. A presença de gelo ou muita água indica que o balcão foi desligado ou teve sua temperatura diminuída temporariamente.

Peixe salgado seco
No Brasil é reconhecido como bacalhau todo peixe salgado e seco. Veja sempre se o produto está armazenado em local limpo, protegido de poeira e insetos. Confira se não há a presença de mofo, manchas escuras ou avermelhadas, amolecimento e odor desagradável. Quando vendido embalado, deve apresentar no rótulo a denominação de venda, data de validade, país de origem, prazo de validade, selo de inspeção federal e outras informações obrigatórias.

As proteínas presentes em alimentos de origem animal são completas, por conterem todos os aminoácidos essenciais que os seres humanos necessitam para o crescimento e a manutenção do corpo, mas que o organismo não é capaz de produzir. Assim, os alimentos de origem animal, tais como os pescados, as aves e as carnes, são excelentes fontes proteicas e de outros nutrientes, segundo o Guia Alimentar para a População Brasileira, lançado pelo Ministério da Saúde em 2006. Além dos pescados serem fontes naturais de proteínas para o organismo, eles fornecem outros nutrientes importantes para os seres humanos, como vitaminas, minerais e ácidos graxos essenciais.

Dicas para o melhor consumo
– Prefira peixes assados, cozidos ou grelhados. Os peixes fritos possuem alto teor energético e de gorduras.
– Retire o couro do peixe antes do consumo. A gordura saudável está concentrada principalmente em sua carne e não na pele.
– Utilize temperos naturais para o preparo, como cebolinha, cebola, alho, orégano, manjericão, manjerona, cominho, noz-moscada, louro, etc. Deve-se evitar o consumo excessivo de sal e de temperos industrializados. No caso de pescados que já venham salgados, é necessário dessalgar adequadamente para evitar que o teor de sódio no alimento fique alto.

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O mar sempre está para peixe

O roteiro gastronômico de Santa Catarina acompanha a saga da colonização. O litoral, por exemplo, que foi a porta de entrada dos portugueses e açorianos, tem a sua culinária baseada em frutos do mar.

Quando chegaram às terras catarinenses, os portugueses e açorianos aprenderam a escolher o que de melhor o mar podia oferecer, acrescentando temperos indígenas, mandioca e outros ingredientes da terra, criando receitas simples e saborosas à base de peixe, ostras, camarões e outros frutos do mar. A atual cozinha luso-açoriana é uma releitura sofisticada daquela feita pelos colonizadores, mostrando maior cuidado na preparação e na apresentação dos pratos, acrescentando novos temperos e permitindo novas combinações.

 

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(Foto: João R. Scharf)

 

Hoje em dia, ganharam destaque as ostras produzidas em fazendas marinhas na região da Grande Florianópolis (maior produtora nacional) e o camarão “Laguna”, a melhor espécie capturada na costa catarinense. Em Itajaí e São Francisco do Sul, cidades pesqueiras e portuárias, os pratos típicos são mais fiéis à tradicional gastronomia portuguesa. Mas, nos restaurantes de chão batido em toda a costa, é possível encontrar o clássico peixe fresco frito com pirão de farinha de mandioca.

 

6ª Expoagro leva cerca de 15 mil pessoas para Ibirama

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A 6ª edição da Feira do Agronegócio de Ibirama, a Expoagro, levou milhares de visitantes para o Centro de Eventos Manoel Marchetti neste fim de semana. Durante os três dias, cerca de 15 mil pessoas conferiram as exposições e atrações culturais, além de degustarem a gastronomia local. No total, 27 estandes abrigaram a feira de negócios, associações agrícolas, o Museu da Agricultura, praça de alimentação e a exposição de artesanato.
O tradicional Tratoraço, desfile de máquinas agrícolas, reuniu mais de 65 máquinas, entre tratores e tobatas.

Já o desfile de motos, Expo Duas Rodas, novidade na Expoagro, contou com a participação de 40 motos e 10 veículos antigos que acompanharam parte do trajeto. O 1º Desafio Rural, circuito de cinco provas baseadas no dia a dia dos agricultores de Ibirama, foi outra novidade da feira. Disputado pelas associações que compõe a festa, os participantes cumpriram provas inusitadas, como: debulhar milho, recolher galinhas, procurar batatas, laçar a vaca e colher ramas de aipim. A equipe da Associação dos Ovinocultores completou o circuito em menos tempo e ficou com o título do desafio.

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Gastronomia em alta
A gastronomia local é o ponto forte da Expoagro. Nos três dias do evento foram vendidos aproximadamente 1,5 mil pratos nos jantares e almoços à base de ovelha e peixe, macarronada e o tradicional carreteiro. Um dos organizadores, Marcos Antonio Miranda, avaliou a 6ª edição da Feira como positiva. “Estamos muito felizes com os resultados dos três dias do evento. Além de expor o trabalho realizado pelas associações, a feira auxilia a ampliar a rede de contatos para negócios futuros e movimentou cerca de R$ 500 mil”.
A 7ª Expoagro já tem data marcada, de 8 a 10 de julho de 2016. Já pensando na próxima edição, o Centro de Eventos Manoel Marchetti deve receber melhorias em breve. Durante a abertura, foi assinada a ordem de serviço para a construção de uma cozinha industrial, com investimento de R$ 281 mil.

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6ª Expoagro
Centro de Eventos de Ibirama
www.ibirama.sc.gov.br